Look de Neve

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FOTOS COM A 85mm 1.8 DA NIKON
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Sobre minha lente nova | 85mm 1.8

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Sobre minha lente nova | 85mm 1.8

15maio

FOTOS COM A 85mm 1.8 DA NIKON

To de lente nova! Nessa última ida a São Paulo, eu, Karly, Ary e Hélio fomos até a famosa Santa Efigênia pois Karlybeth precisava comprar um cartão de memória. Mas como a vida é uma caixinha de surpresas, acabei saindo de lá tendo gasto 50% do valor total que eu ainda tinha para o restante da viagem de uma vez só, tendo comprado uma lente nova pra minha nikon bem loka e a vista. Tremi na base? Bastante, mas to muito feliz com a nova aquisição! (Muitas fotos lindas depois do pulo!) Leia mais

Bistrônauta: Comida e decoração | Curiando Curitiba

18abr

Pra quem não acompanha o insta do blog, saibam vocês que Suele está em Curitiba! E nessa primeira semana, fuçando o google maps, encontrei um lugarzinho muito promissor já pelo nome; Bistrônauta.

BISTRÔNAUTA CURITIBA Leia mais

13 dias de SP | Parte III

23jan

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Esse post faz parte da série de posts contando como foi minha viagem pra São Paulo, em novembro-dezembro desse ano que passou! Foi uma experiência muito gostosa e tem sido muito divertido relembrar e escrever sobre ela. Aqui vem a terceira parte, cheia de sorrisos, intrigas, aventuras, mafiosos, e tudo mais que se diz numa chamada de novela das 9.

Primeira parte da viagem aqui!
Segunda parte da viagem aqui!


Depois durante a semana, e com a CCXP se aproximando, mais um novo amigo entrou no bolo; o Alexandre. Sempre acho engraçado quando fazemos um amigo novo numa viagem sendo que ele vai voltar pra mesma cidade que você. (No caso o Alexandre é amigo de faculdade (?) do Tassomis) Porque o feeling que fica é que é mais um amigo de SP. Especialmente porque desde que voltamos, esse serumaninho só foi visto por nós duas vezes, numa mini-celebração do meu aniversário e num rodízio de pizza pro aniversário dele. :B (Sim, isso foi uma indireta bem direta, BORA MARCÁ ESSE ROLÊ)

No dia que o Alexandre chegou, foi o mesmo que visitamos o MASP (numa terça-feira, que até então eu não sabia, mas é o dia na semana em que a visitação ao MASP é totalmente gratuita! Fica a dica pra quem também não sabia <3), ou também o lugar que o Hélio mais ansiava visitar desde que marcamos a viagem. Devo dizer inclusive, que Hélio Neto tem me deixado bastante impaktadah e perplectah ultimamente. Nos últimos meses, ele mergulhou de cabeça no mundo das artes, fez alguns cursos que são daqueles mindfuck de abrir a mente com nomes importantes aqui de Manaus, e no geral tem evoluído muito como ser humano. Portanto, a visita ao MASP foi como ir pra Disney pra ele. Inclusive eu e Tassomis acabamos de ver tudo, sentamos pra patetar, e Hélio Neto ainda estava lá, concentradíssimo, absorvendo tuuuuudo de cada uma das obras expostas. Daí descemos, vimos o outro andar, descemos de novo pra esperar ele naquele espação aberto que não sei o nome que fica embaixo do MASP, e mds o menino ainda estava on fire no mesmo andar. Mas to relatando isso justamente pra deixar claro caso ainda não esteja, que foi muito legal ver Hélio tão feliz cercado por tantas obras de arte sensacionais. <3

No outro dia, visitamos o famigerado Beco do batman. Como boa ansiosa-louca que sou, parte de mim quis evitar ir pelo clássico “ah lá é de boa… só ficar ligada7

Migos, jamais dêem uma recomendação tão ambígua pra uma pessoa que sofre de ansiedade. Se fosse de boa eu não precisava ficar ligada. Socorro

Mas no final era de boa mesmo HAHAHAHA tinha além de nós por lá um grupão com câmeras caríssimas, e mais uma equipe de fotografia e alguns modelos. Foi bem suave e rendeu umas fotinhas lindonas pra enfeitar o instagram e também meu planner com uma polaroid do lugar. <3 e nossa, que lugar! Li que se chama assim por causa de um grafite misterioso do batman visto lá tempos atrás – apesar que dessa vez eu olhei, olhei, e não achei o bendito. Alguém sabe me dizer se ele ainda existe? Fica o mistério.

De noite, fomos a uma hamburgueria temática chamada Taverna Medieval, na Vila Madalena. A primeira coisa que notei quando entrei, foi o caricato Black Knight na entrada, que segundo um dos simpatiquíssimos garçons, falava alguma coisa quando passávamos na frente dele; mas o local tava bem barulhento e não consegui ouvir nada 🙁 (só imagino que possa ter sido alguma das famosas frases de efeito do personagem, mas aaaa queria ter testado) se você não sabe do que eu to falando e seu inglês é decente, clica aqui pra ver a cena e joga no google depois Monty Python and the Holy Grail. <3

O lugar tinha a decoração impecável inspirada na era medieval, sendo que no andar de cima, algumas espadas nas paredes eram famosas de séries e jogos (minecraft, senhor dos anéis, game of thrones, zelda, etc), uma das mesas na parte externa tinha o formato de um navio viking! E os lanches, claro, estavam ótimos. E o menu ainda tinha uma opção onde você rolava um dado (desses de rpg, de várias faces), e o número que caísse era o número do drink que você iria tomar. Tinha ainda um número específico onde você ganha dois drinks pelo valor de um! Foi bem divertido e os drinks são ótimos <3 sem falar nos nomes no menu, que são muito bacaninhas HAHAHA tem que ir lá e ver! O atendimento também foi nada menos que perfeito e caricato segundo o tema do lugar. Recomendo demaaaaais!


Fim da terceira parte do nosso mini-tour em SP! <3

Aguardem a parte IV 🙂

E gente, tem vídeo novo no canal especialmente pra quem vira e mexe pergunta como finalizo essa minha juba laranja! E o melhor, com produtinho nacional e multiuso. Clica aqui pra ver e não esquece daquele like maroto que é muito importante pra nóis. <3

Beijasssssss

13 dias de SP | Parte II

12jan

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Opa, dia 12  de Janeiro de 2017, é isso mesmo? JÁ?
Já. Tirei umas férias forçadas do blog nos últimos dias devido alguns acontecimentos (que não sei se falo sobre aqui ou não, mas por hora, vamos deixar como está), mas que graças a DEUS tudo vem normalizando, inclusive eu mesma. Oremos pra que continue assim. Que 2017 não seja um 2016S. AMÉM
Voltamos a nossa programação normal.


Esse post faz parte da série de posts contando como foi minha viagem pra São Paulo, em novembro-dezembro desse ano! Foi uma experiência muito gostosa e tem sido muito divertido relembrar e escrever sobre ela. Aqui vem a segunda parte, cheia de sorrisos, intrigas, aventuras, mafiosos, e tudo mais que se diz numa chamada de novela das 9.

Quer ler a primeira parte desse diário de viagem? Clica aqui! <3

Leia mais

13 dias de São Paulo | Parte I

23dez

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É fato: só não gosta de viajar, quem nunca o fez. Eu mesma antes de subir num avião pela primeira vez desde que adquiri consciência (subir num avião por 30 minutos com 5 anos de idade NÃO CONTA, BELEZA?) sequer tinha vontade. Na real, minha ansiedade falava mais alto toda vez que eu pensava em subir numa cápsula de metal há quilômetros de distância da terra firme, mas a gente lida, né?

Inclusive se toda essa sequência de acidentes aéreos tivesse rolado na mesma época que eu tive de entrar num avião pela primeira vez, dificilmente eu teria entrado. hu3
Aliás, que caramba de onda mortal foi essa? Para com isso, universo 🙁

Enfim. Graças a Deus correu tudo bem dessa vez, e não só deu como foi a nossa segunda melhor viagem juntos (a primeira naturalmente foi a que Olhos Verdes me pediu em casamento, né), foi simplesmente perfeita! <3 Vou dar uma resumida aqui agora pra quem quiser ler. Ou seja, vocês. Tão aqui não é só pra brincar com o interruptor de luz do layout que eu sei. (Na verdade não sei não, ele é bem legal de vdd rs)intro

Pra início de conversa, essa viagem teria sido BEM diferente se não fosse pelo fato de que não ficamos num hotel como sempre, e sim de fato na residência de alguém; esse alguém sendo a maravilhosa Ana Arantes do Bolas de Meia. <3
Simpática que é, a Ana já havia oferecido o apê dela pra gente ficar várias vezes (na época era um lugar diferente, nunca chegamos a ir lá), mas no final sempre acabávamos no mesmo hotel, que era o Ibis Budget da Consolação. Como dessa vez ficaríamos mais tempo do que sempre ficamos, acabou calhando de essa oferta rolar de novo e acabamos poupando uma bolada de grana que gastaríamos com 12 noites num hotel. Sério gente, viva a Ana!

mortadelaE que lugar aconchegante aaaaaa acabou piorando a minha doença e a do Hélio de que toda santa vez que visitamos são paulo queremos ficar pra morar. É uma condição real tá? Pesquisei e muita gente tem isso também. A vibe do lugar é muito gostosinha e muito bem localizado também (por razões óbvias não vou dar detalhes, mas o lugar fica consideravelmente perto da Av. Paulista <3), tem mercadinho, drogaria, padaria, bar, estação de metrô, tudo coladinho no prédio dela. Então sim, demos muita sorte. :B Ainda mais que sou uma pessoa extremamente crisada e sedentária e não gosto de andar demais pra lugar nenhum (Exceto que nessa viagem andei para caralh) então a localização realmente caiu do céu. Ainda mais que junto dele vinha a cadelinha mais carinhosa de sampa, a Mortadela. Carinhosamente apelidada de “morta”.

No primeiro dia não fizemos muita coisa durante o dia, até porque tentamos poupar os programas mais legais pra quando nosso amigo chegasse na cidade, que seria no dia seguinte ao nosso. Mas acabamos conhecendo uma pessoinha muito bacana que nos levou pra almoçar numa hamburgueria muito bacana na Brigadeiro, enquanto nos enchia de histórias de vida que de fato só se pode escutar de alguém viajado para um caramba como ele é. Claro que estou falando de Renato. Que foi sem dúvida uma das melhores pessoas que conhecemos nessa viagem. (Não fica se achando não!) (mentira, pode se achar sim. <3)

Nessa primeira noite nos reunímos com a Sarah e cia e conhecemos um lugar que eu acho que definiu bastante o espírito de aventura gastronômica das viagens; não interessa se em manaus você só come sushi se for frito, em são paulo vai comer comida diferente sim!

Conhecemos então um lugar escondidinho na Augusta chamado Hi Pokee, um restaurante havaiano! <3 De primeira não curti muito o cardápio porque sou bem quadrada pra comida (paladar bem infantil meeeesmo), mas daí vi umas opções interessantes que pareciam legais de tentar pelo famoso vai que. Daí vocês pensam “nossa suele você comeu lula polvo jacaré o que” eu comi… Frango.

Me deixa, foi frango com uns vegetais e vocês sabem que eu odeio vegetais. Não me arrasa não.

Enfim, no Hi Pokee você pode montar seu prato, e manas que prato grande! Estávamos em três casais então cada casal pediu um. O meu e de Olhos Verdes tinha cubos de frango, chips de batata doce, rabanete, cenoura (BEM DIFERENTONA ESSA CENOURA, nunca vi tão boa mds como assim me ensina hipokee), tomate-cereja, arroz branco, tarê, maionese e cream cheese! (Aaaaaaaaa escrever isso deu saudade). Final da ópera, amei e quero voltar lá quando estiver em SP novamente. c_c

2No outro dia, Aninha tinha aula de dança de salão. Ela faz trinta mil atividades e eu como sedentária depressiva fiquei impressionada. E antes da aula fomos todos para o_ponto obrigatório de turista numa cidade grande, que foi visitar uma Starbucks. O que resultou numa fotinha muito bem sucedida no meu instagram, mostrando as stilettos maravilhosas que a Unhas de Vênus pôs em mim antes da viagem. E que agora me deixaram pois o tempo de manutenção caiu durante a viagem e portanto, as bichas foram descolando sem forças depois de 20 e poucos dias, sendo o tempo de manutenção 15. Agora a UdV está viajando e eu to com as minhas unhinhas normais até ela voltar </3 moving on.

Essa visita ao Starbucks foi bem intrigante. Paguei um shake de morango pra uma garotinha de rua que entrou no lugar com os dois irmãos. Fiquei um misto de triste (pela situação dos três) e satisfeita (por ter colocado um sorrisinho na cara deles), então foi estranho. O número de moradores de rua na cidade grande chega a ser assustador pra mim como forasteira de Manaus. Claro, temos moradores de rua aqui também, infelizmente… Mas em questão de número, SP chegou a me assustar várias vezes. Acho que é uma das poucas coisas que me chatearam na cidade. 🙁 Cada virada de esquina o coração partia mais um pouco…

Naquela noite Aninha nos levou pra conhecer mais alguns amigos maravilhosos dela, em uma cervejaria muito charmosa na Vila Mariana, incluindo as duas colegas de quarto do Renato que são um mozão e um mozão de cabelo de sereia. Mais duas pra lista de pessoas que amei conhecer nessa cidadezona.3

Enfim, se tem uma coisa que eu sou viciada, são garrafas de cerveja diferentonas, que mais tarde acabo usando como vaso de flores assim na cara dura, porque penso que é pra isso que elas existem tão lindas e decoradas, né non?

Inclusive, pra escolher a que eu ia experimentar eu fui bem madura, bem intelectual, bem connoisseur. Escolhi pela embalagem mais legal.

E assim veio a Easy Dive, ou como eu e Ana chamamos, a cerveja da baleia. Descobri que tenho mais isso em comum com Aninha, adoramos baleias. Ambas levaram uma garrafa da baleia pra casa. <3 Mas o Hélio em toda sua glória de melhor namorado que existe ainda me comprou a Cosmonauta, uma cerveja escura com dois astronautas na embalagem. Quase caí pra trás de amores.

Essa foi a primeira parte do diário de viagem de SP! <3 Fiquem ligadinhos pros próximos posts e obrigada pela visita, seus lindos.


Vou adicionar um pequeno adendo cheio de amor em agradecimento a sempre linda Petite Jolie porque eles me surpreenderam duma forma muito fofa antes da viagem. Segue a foto no instagram com a legenda contendo a cartinha que acompanhava a caixa.

screenshot-at-dez-23-17-07-05

Obrigada PJ, sua linda! <3

Até o próximo post!

Guia: Viajando sozinha

06jan

Lembram do WLFB3? Aquele concurso que é só amor e até hoje ainda me enche de amor? (E olha que eu nem ganhei viu), pois é, pra ir pra fase presencial lá em Porto Alegre, tia suh precisou viajar sozinha. Tipo, ficar num avião sozinha. Aqueles bagulho grande, que pesa trocentas toneladas e ainda assim consegue ficar suspenso no ar a uma cacetada de quilômetros do chão. Neste caso eu, suele, estava a uma cacetada de quilômetros do chão sozinha dessa vez em particular. Solitária. Sozinhona. Forever alone.

Até o dia anterior eu estava DE BOA, tava nem me ligando de nada. Ou assim eu achava, que ia tirar de letra essa experiência bobinha. Ledo engano. Tão ledo. Mais ledo que a Leda, a moça que acha que primo não é parente então bola frente, parente do Luís Fernando em Maria do Bairro. (To perdendo o foco de neuvosor)

Pois foi só ir acompanhada do Olhos Verdes até o despacho de bagagem que eu comecei a ter um sentimento de estranheza.

Invocado que a gente só percebe como depende de outra pessoa pra certas coisas, quando elas não vão com você pro que costumam ir (oi?). Foi assim comigo e Hélio.
Assim que chegamos na entrada da parte interna do aeroporto (aquela que você só tem acesso se tiver passagem na mão mesmo), e diferente do que era de costume, o namorado parou de andar pouco antes das faixas de contenção. Virei pra ele com o já conhecido barulhinho frio e metálico de ficha caindo.

Com lagriminhas de nervoso nos olhos me despedi do namorado e entrei.
Ok, agora abandonamos a crônica de medos irracionais da suelen pra de fato começarmos o guia baseado na minha experiência, que foi na realidade super fácil e intuitiva. Portanto não se deixem enganar com o nervosismo da tia suh, que eu penso que pode ser o caso de muitos de vocês que também ficam nérvoros com situações novas. Mas nada temam! No pior dos casos sempre tem um funcionário no aeroporto feliz em te ajudar, caso você precise. Vamo que vamo!

  • Esteja sempre com um documento com foto em mãos (no bolso, na carteira, enfim, cê vai precisar da sua identidade/carteira de motorista pra tudo!)
  • Faça uma checklist um dia antes da viagem, deixar pra última hora sempre dá no desespero de ter esquecido algo em casa.
  • Saia de casa de barriga cheia (comida de aeroporto É CARA PRA DEDÉU)
  • Leve na bagagem de mão um mini-kit de emergência (remédio pra enjôo, bandaid, etc)
  • Salve qualquer código ou informação do vôo no celular, na galeria (porque não se sabe em que áreas do aeroporto você vai ficar sem sinal e sem internet) e também anotado ou impresso em algum lugar (sabe lá se seu celular vai fazer a doida e desligar)
  • Caso queira ou precise dormir no vôo, mantenha seus pertences no compartimento superior da sua poltrona e cheque se está tudo ok antes das portas abrirem quando rolar o pouso (tem tempo de sobra), e de resto como celulares/ipods/etc, na mão e dentro do bolso! Ser roubada dentro de um avião é bem difícil porque literalmente não tem pra onde correr quando o ser é pego, mas pode acontecer. Não dê brecha!

A primeira coisa a fazer, é o checkin no seu vôo. Isso pode ser feito pela internet, no seu computador ou smartphone ou sei lá na pia da cozinha (se ela pegar internet), ou no totem de atendimento no aeroporto. É no checkin que você vai escolher onde vai sentar no avião e imprimir seu cartão de embarque (ou cartões de embarque, caso você faça conexão em outro lugar antes do seu destino), que contém o código de barras que os funcionários do aeroporto vão precisar pra te identificar. No meu caso, eu fiz primeiro o checkin em casa, pela internet alguns dias antes da viagem (onde escolhi minha cadeira no avião), e depois uma hora antes do vôo fui no totem com o código gerado pelo checkin no celular, e o digitei na máquina pra imprimir o cartão de embarque. (Dá pra fazer isso com o número do seu RG também) é realmente bem facinho e sempre tem um funcionário perto do totem pra te acudir se precisar.
Dica: viajando sozinha, prefira sempre lugares no corredor! (já explico)

Ok, passamos por isso na novela acima, mas acho importante passo-a-passo-ar mesmo assim.
Feito seu checkin, vá com seu cartão de embarque para os guichês de despacho de bagagem. Antes de mais nada, vá no site da empresa verificar o que é permitido ou proibido levar tanto na bagagem de mão, quanto na mala, pra não ter surpresas desagradáveis depois, assim como o peso máximo da bagagem também. Parece lezeira porque você não ta indo pra nenhuma convenção ninja pra precisar levar adagas e etc, mas vê minha cara de surpresa quando fiquei sabendo que não podia levar desodorante em spray na bagagem de mão.
Dica: Pra não levar mais ou menos roupa que o necessário, fazendo volume desnecessário e ocupando espaço precioso na mala, divida seus looks de acordo com a quantidade de dias que você vai passar fora. Pode separar eles com as peças dobradinhas juntas ou em sacolinhas. BEM mais organizado e útil.

Como dito lá em cima, tenha sua identidade (e agora a essa altura, seu cartão de embarque) com fácil acesso a todo momento, porque vão te pedir pra mostrá-la em vários momentos. Pra chegar no portão de embarque do seu vôo, você primeiro vai precisar passar por uma fila pra chegar ao detector de metais. Antes dele, já tenha tirado seus brincos, colares, e o que mais possa fazer o trem apitar e atrapalhar a fila.
Dica: Não adianta ir arrumadona pro aeroporto mana. Na hora do detector de metais, vai ter que tirar casaco, óculos, jóias e ás vezes até botas. Vai numa nice, e quanto mais confortável melhor, já que passar horinhas apertada num avião sempre pode ter uma ajudinha.

Depois daí é só alegria! (Quase) O número/letra do portão do seu vôo ta impresso e é só correr pra lá (ou andar se você não for atrasada que nem eu).

Agora, o porquê da dica de sentar no corredor ao viajar sozinha.
Quando fui pra semifinal em RS, que claro deu origem a esse post, passei um pequeno perrengue na viagem Manaus – SP, onde era minha conexão. Lerda que sou, havia escolhido um assento na janela.

Acontece que, e eu não estou dizendo que isso vai acontecer com você, um senhor (não velhinho, seilá, evitei ficar olhando mas devia ter uns 40) sentou na cadeira do meio, do meu lado, e digamos que o dito cujo sofria de uma condição infelizmente não muito rara chamada saco de cristal.
Perdão, caros floquinhos, pelo termo usado– MAS GENTE QUE ÓDIO QUE EU TÔ (de lembrar), pra quem não conhece a condição, se trata de um homem que quando sentado se sente confortável quando, e apenas quando, ele estiver com as pernas bem afastadas, ocupando metade – METADE – do meu assento, e metade do assento do corredor que aliás ficou vazio o vôo inteiro. É. Foi um vôo de 4 horas em que tia suh ficou espremida contra a parede do avião pra não encostar nesse senhor. Que inclusive também tinha o cotovelo ocupando inteiramente o braço da poltrona e ultrapassando a mesma, também pegando espaço a mais do meu lado. NÃO SEJA ESSE CARA.

Simulação real. Sério. Sem putaria. EXATAMENTE ASSIM.

Tia suh foi uma besta pois devia ter dito alguma coisa, um DÁ LICENÇA?? ou uma mudança estratégica de lugar pois provavelmente haviam outras poltronas vazias no avião (DICA RELÂMPAGO: Frente a uma situação de desconforto, procure outra poltrona vazia quando o sinal de cinto de segurança estiver desligado.)

Anyway, chegando em SP com um torcicolo maldito e muito mUITO MUITO SONO (não preguei o olho, obviamente), e com meu outro cartão de embarque parti pro próximo portão. Dessa vez felizmente sentei do lado de dois jovens simpáticos que não sofriam de nenhuma anomalia cultural de pensar que pernas fechadas poderiam prejudicar sua masculinidade viril. (VULGO B**** DE OURO) E quando chegou o dia de voltar, escolhi assentos no corredor, bastante espaço e bem mais conforto. Um cara tentou puxar papo, mas educadamente desguiei. E foi tudo tranquilis dibois.

Espero que o post tenha ajudado vocês! <3 Se houver alguma dúvida ou sugestão, já sabem: COMENTA SEU LINDO E SUA LINDA

Beijos de neve
that’s new

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