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Em um relacionamento sério (comigo mesma)

Beleza

Suelen e o BFF viajante

Beleza

Cuidando dos cabelos em viagens!

Em um relacionamento sério (comigo mesma)

01abr

Saudades de escrever aqui! Quem acompanha o blog do início sabe, que esse espaço é pra ser muito mais que cabelo e look do dia. Mas com o crescente desinteresse geral na blogosfera, acabei me deixando levar pelo momento e deixei de fazer o que eu mais gosto pelos motivos mais errados, que era simplesmente a audiência. Sendo que UM único leitor de um texto meu vale mais do que 100 leitores pra postagens de make. <3 E o texto de hoje é pesadinho viu, mas se tem um lugar que eu sei que posso me expôr, esse lugar é aqui, com vocês. Vamo que vamo!

Nós nunca estamos concluídos. Um adolescente pensando no primeiro piercing não está concluído. Um idoso centenário em seu leito de morte não está concluído. Estamos em constante evolução mesmo quando não há mais tempo pra evoluir, e isso é natural. E é aí que eu quero entrar: o tempo.

Faz pouco mais de um mês que eu terminei o que pode ser definido como meu relacionamento mais sério e real até hoje, e que durou, por vezes queridos e por vezes tortuosos, 7 anos. Sete anos é um período de uma vida. É o tempo suficiente de uma criança estar no ápice do seu aprender sobre o mundo e sobre como ele funciona. E semelhante a uma criança, foi exatamente isso que esse período nos trouxe; crescimento.

Não vou fazer mais um texto cheio de indiretas, cheio de mágoas, cheio de conversa rasa. Pelo contrário. A realidade é, eu era uma adolescente com cabeça de criança quando comecei a namorar o Hélio, e ele não era diferente. Entramos na fase adulta juntos, passamos a aprender como tudo funciona juntos, caímos e levantamos juntos. Foi como uma faculdade longa sobre como existir na sociedade, e como todo curso universitário, uma hora a gente se forma e a deixa. E todo o aprendizado? E a pessoa nova que você se torna sem nem perceber? Ela segue. Com o canudo na mão.

E continuamos evoluindo depois do fim, agora com mais gás e com uma visão de mundo totalmente diferente. Em todo esse período durante e depois do namoro, eu percebi uma metáfora que se encaixaria perfeitamente; se um relacionamento longo é uma faculdade, a fase solteira depois é uma pós-graduação. HAHA!

Nunca paramos de crescer, e pensa só, como isso é sensacional! Por vezes temos alguém pra segurar nossa mão no processo, e eu não vou dizer que isso é sempre bom. Porque alguns golpes de realidade teriam poupado nós dois de muita queda mais perto do final. Mas quem sabe? Talvez tenha sido exatamente como tinha de ser. Sem tirar nem pôr. Acho que nunca iremos saber.

Se existe uma forma “boa” de terminar um relacionamento, sem dúvida é a mais consciente possível. Consciente de que um cumpriu seu papel na vida e crescimento do outro, e que sem isso hoje seríamos pessoas completamente diferentes. Se hoje eu estou feliz comigo mesma, é sem dúvida por conta dos últimos sete anos.

Obviamente não foram tudo rosas. Afinal são SETE anos. A fase das rosas acaba no máximo nos 6 primeiros meses, dependendo do casal. HAHA! Mas se tivesse sido tudo tão bom o tempo todo, sem dúvida, não teria sido real, e não teria servido de nada no final. Deixa eu contar pra vocês, que a zona de conforto, é uma coisa perigosíssima pro nosso bem-estar mental. É um capirotinho que fica ali no cantinho do quarto te vigiando 24/7 se certificando de que você não vai fazer nada que o ameace. Resultando em muitas das minhas crises de ansiedade no dia-a-dia, claro. A zona de conforto, dã, é confortável sim. Tão confortável quanto se deitar num bote com um fone de ouvido e uma trilha sonora bem gostosinha, apreciando o céu azul no meio do rio.

Exceto que o bote tá furado. Mas você já sabe disso, assim como sabe também que lidar com isso vai te causar muito estresse, então é melhor ignorar.

Nós terminamos quando já estávamos com a água do rio pelo pescoço. Eu só estava me machucando, e ele estava se machucando por se importar em estar deixando eu me machucar. Porque várias vezes fomos a causa um do outro desses machucados perto do final. Toda a nossa dinâmica podia estar a merda que fosse, mas abandonar o barco parecia uma ideia absurda.

Quando na realidade, é a única forma de nadar até a margem. E você já tentou nadar de mãos dadas? É difícil pra burro. O mais certo era que os dois iriam morrer afogados. O que fazia mais sentido era soltar o outro. E foi o que fizemos. Nos separamos, juntos.

Óbvio que foi bem difícil. Sair da zona de conforto, sendo uma pessoa extremamente ansiosa e depressiva, chegou a me deixar doente. Nos primeiros 3 a 4 dias eu não saí da cama pra nada. Nem pra comer, nem pra tomar banho, eu nem lembro se usei muito o banheiro, porque não tinha nada no meu corpo pra ser expulso (ou assim eu pensava, mas mais sobre isso mais pra baixo). Eu sobrevivi basicamente a base de água de coco que a cuidadora da minha avózinha basicamente me obrigava a tomar. No quarto dia eu concordei em comer um pão francês com queijo e presunto que ela fez. Mas eu ainda não queria sair do meu quarto.

Nesse meio tempo sucumbi a muitos clássicos; conversas cheias de sentimento e mágoa e lágrimas e tudo que tinha direito, todos os dias, com ele e com a tia dele (que sempre foi meio que minha sogra) HAHAHA, crises de choro sozinha e por áudio com alguns amigos, uns antigos, uns mais recentes, mas todos extremamente presentes, mesmo de longe. Teve ainda, quando comecei a sair de casa, os episódios classiquíssimos dentro do carro ouvindo marília mendonça e chorando igual uma condenada (quase morri batendo o carro umas 6x HAHAHA rindo com respeito). Enfim. Eu to rindo agora, mas na época – que durou as primeiras duas semanas – foi bem intenso. Deixei muita gente preocupada demais, e dessa parte me arrependo, apesar de que foi realmente inevitável. Contudo, gosto de pensar nessa fase como sendo aquele primeiro momento de realização de que cheguei na margem sozinha, quando estava acostumada por anos a ter uma pessoa especial segurando minha mão. A solidão. O medo de estar sozinha.

Nós criamos uma dependência nada saudável um no outro. Houveram vários momentos em que não conseguíamos trabalhar, estudar, nada. Não sabíamos na época, mas tudo tava diretamente relacionado ao estado que nosso relacionamento estava. E é muito louco como a gente não percebeu nada.

O término foi num domingo de manhã. Não… Na verdade foi na sexta a noite. No sábado a noite rolou todo o medo e desespero, e acabamos voltando, decidimos “continuar tentando”. Prometemos fazer terapia de casal, conversar mais, rever onde cada um poderia ceder em todos os campos competentes. Tentar mesmo.

Mas daí, no domingo de manhã. Ah, o domingo de manhã… Nada como uma noite em claro pra colocar tudo em perspectiva, botar os pensamentos em ordem. O resultado, vocês já sabem. Essa próxima parte do texto é um pouco pesada, penso eu, mas peço que tenham paciência e estômago e não desistam de mim ainda.

Eu tentando organizar azidéia, aqui representadas por um pisca-pisca de fio de cobre emboladíssimo HAHA

Acabamos terminando pela segunda vez, e agora definitivamente, via whatsapp. Acho que pessoalmente teria sido difícil demais. Teria sido difícil da forma que fosse, na verdade. Não tem como abandonar um porto seguro ser fácil. Mesmo tendo plena consciência de que isso era necessário pra conseguir alcançar a próxima fase da minha vida adulta; ser o meu próprio porto seguro.

Logo depois da mensagem final, eu tive que enfrentar uma situação rotineira na minha casa, que é a de apaziguar brigas entre minha mãe e meu padastro. Normalmente, eu o fazia sem muitos problemas (fora o estresse emocional), mas dessa vez foi absurdamente diferente. Subi a escada, cheguei na porta aberta, olhei para os dois, abri a boca pra passar um sermão e… Travei. Não consegui respirar. E por fim, vomitei. Bem na entrada do quarto.

No outro dia, fiz minha primeira visita a uma psicóloga. Eu cheguei lá um caco. Um verdadeiro navio naufragado nas minhas próprias lágrimas. O olhar da psicóloga era tão triste e iluminado que servia quase como um espelho, o qual eu evitava olhar por medo do que poderia enxergar. A forma que ela me olhava enquanto eu desabafava sobre tudo que havia acontecido, era como um reflexo doloroso do que eu já sabia; que eu parecia um animal ferido na beira da estrada. Algo que normalmente eu sempre passei por cima de tudo e até de mim mesma pra conseguir salvar. Eu já estava acostumada a me negligenciar em prol de ajudar os outros. Mas e quando quem precisava da minha ajuda era eu mesma? Eu não sabia o que fazer. Eu estava sozinha pela primeira vez em anos, e tudo era extremamente assustador e sufocante.

Na manhã de domingo, eu não consegui ajudar meus pais a se entenderem como sempre fiz. Foi a primeira vez que fui fisicamente e mentalmente incapaz disso. Desci a escada com a ajuda da Iona e vomitei do topo dela também. Mas não saía nada minimamente palpável. Mais tarde, na psicóloga, vim entender que esses episódios foram respostas do meu organismo á dor psicológica massante que eu estava sentindo. Meu corpo precisava de qualquer forma expulsar aquela dor toda pra fora. Era uma dor psicológica que se manifestava como física. E essa foi a forma que ele encontrou. Nossa mente e nosso corpo são coisas muito loucas, não? Nunca deixo de me impressionar.

Eu me senti infinitamente mais leve depois da consulta com a psicóloga. Se tem uma coisa que vou recomendar pelo resto da vida, é essa. Vá a um psicólogo quando não estiver bem. Psicólogos e terapeutas são um tesouro nacional e nós não os merecemos. Eu voltei lá mais uma vez na mesma semana, mas depois não voltei mais por motivos de dinheiros, infelizmente. As duas vezes no entanto me fizeram avançar no processo de cura natural em uns 80%, mas sem pular nenhuma etapa, apenas comprimindo o sofrimento num tempo mais curto. Não sei como eu estaria hoje se não tivesse me rendido aos cuidados de uma profissional. Obrigada Dra. Juliana. <3 Ah, o Hélio também iniciou tratamento com uma terapeuta (que ele continua indo), e posso atestar que ele também nunca havia se entendido tanto como agora. E como nos compreender influencia em todos os campos da nossa vida. Como é importante!

Voltamos a nos falar mais normalmente aos poucos depois de algumas semanas. O que foi estranho, é que a parte física, os beijos, o carinho, etc; de nada disso eu sentia falta. Mas eu sentia muita falta de ter uma pessoa pra mim com quem pudesse contar pra tudo. Pra quem eu pudesse contar tudo. Eu não sentia falta do meu namorado. Sentia falta do meu melhor amigo, que coincidentemente ou não, era meu namorado. Fiquei um pouco aliviada quando percebi isso semanas depois. Senti que mesmo doendo naquele momento, eu ia conseguir seguir em frente dentro de algum tempo.

Acredito que já estamos em plena paz um com o outro, apesar de nos falarmos bem pouco. Ainda mais quando já acostumados a se falar e se ver todo santo dia durante sete anos. Deixar isso foi um baque danado. Mas a forma que eu saí dessa pancada depois, foi uma surpresa e tanto. Eu passei a prestar mais atenção em mim.

Eu passei a me dar mais atenção, a ouvir mais o que eu mesma tinha a dizer sobre como eu estava me sentindo e o que isso significava. É até difícil de explicar. Mas acho que essa é a melhor forma que encontrei. Eu passei a me entender melhor.

O que, acreditem ou não, resultou numa diminuição feroz de crises de ansiedade e de depressão. Resultou numa força de vontade incrível em ser melhor pra mim mesma, de me cuidar mais, de me preocupar mais em como EU me sentia mais bonita e vice-versa. Eu meio que descobri que sempre vivi num universo X, e agora eu era meu próprio universo. Mais de um mês depois eu sinto que já me basto. Que estou num relacionamento sério comigo mesma.

Meu relacionamento com o Hélio foi incrível. Foram sete anos de puro companheirismo e apoio de todo tipo, que acabou terminando por ter evoluído, naturalmente, de uma paixão adolescente… Pra uma amizade verdadeira. E tem forma de amor mais sincera do que essa?

Pra tristeza da nação (nossos amigos e familiares HAHAHA), não, nós não pretendemos voltar. Sentimos que cumprimos com maestria nossos papéis na vida um do outro. E que graças a isso, podemos “nos formar” nessa fase do início da vida adulta, e começar uma fase totalmente nova. Separados, sim. Mas pensando bem, separados sempre estivemos, só somos condicionados a viver em constante negação disso (falando da falácia da metade da laranja, quando deveríamos ser uma laranja completa por nós mesmos.). Como um amigo me disse uma vez, enquanto eu ainda estava deprimida: “Nós nascemos sozinhos. Nós morremos sozinhos.” podemos ter companhias maravilhosas ao longo da vida, mas no final do dia, precisamos estar bem estando sozinhos. Precisamos estar de bem com nós mesmos. Condicionar nossa felicidade pessoal á outra pessoa é extremamente injusto com ela, e desastroso pra nós mesmos.

E foi isso que eu aprendi com o meu término de namoro.

Agora me encontro feliz e plena comigo mesma como nunca me senti antes. É tudo muito estranho, muito novo, e muito excitante. Toda vez que faço algo sozinha, que normalmente dependeria de outra pessoa (até mesmo ir no banco, morria de medo de ir sozinha aaaaa), por mais simples que seja a tarefa… É muito bizarro! Eu fico me sentindo a mulher maravilha só por dirigir pra casa sozinha a noite, com as minhas músicas nas alturas, e fazendo ‘golfinho’ com a mão pra fora da janela. HAHAHA!

Moral da história

Os conselhos da noite ficarão sendo:

  1. Visite um psicólogo quando estiver se sentindo mal.
  2. Preste mais atenção ao que seu corpo tenta te dizer diariamente.
  3. Saia pra dar uma volta de carro de madrugada só com você mesmo e suas músicas favoritas.
  4. Desconstrua a ideia de que você não pode ser feliz sozinho.

Obrigada a todo mundo que leu até aqui. Quero aproveitar pra anunciar que o divã da mini-suu está de volta pra quem quiser conversar.

Prometo não decepcionar.

Eu amo vocês! <3

Beijos!

PS: Todas as fotos maravilhosas do post são obras de arte da Caroline Lins! <3

Suelen e o BFF viajante

01abr

 

Alô floquinhos! <3 Hoje vamos falar de creme de tratamento multifuncional pra levar na mala e não se preocupar com mais nada; o Novex Tudo de Bom da Embelleze.

O Novex Tudo de Bom é bem literal e foi escolhido como o meu BFF viajante, porque esse potão de 1kg traz 4 funções diferentes num mesmo condensado de creme branco, facilitando horrores a vida de uma cacheada em uma viagem:

 

 

  • Pré-shampoo: Essa técnica pelo que entendo ainda é pouco usada, mas não deveria! Dá uma proteção extra no cabelo e nossos fios agradecem, ainda mais se o shampoo que você for usar é um anti-resíduo, que apesar de ser sim SUPER limpante, acaba da mesma forma agredindo um pouquinho nos fios. É tipo uma forma de “limpar esses fio tudo na marra e na porrada”. O pré-shampoo com o Novex Tudo de Bom é uma forma do seu cabelo se defender da porrada e ainda conseguir ser limpinho como deve. Ah, e levando só 3 minutinhos pra isso.
  • Tratamento condicionante: É exatamente o que o nome diz, um condicionador. Porém, com a carga de vitaminas que o creme traz, se torna de fato mais do que isso – um tratamento condicionante literalmente falando.
  • Creme de tratamento ultraprofundo: Eu mencionei que esse creme serve tanto pras cacheadas, como também pras lisas? A composição rica não discrimina formato de fio e hidrata absurdamente todos os tipos de cabelo. Além do quê, pra ficar mais “universalzona” ainda, essa belezinha é 100% liberada pra quem faz low e no-poo. <3
  • Creme de pentear: Sim, depois de usar tudo no banho, também dá pra usar depois dele! É só enluvar o cabelo úmido mecha por mecha e finalizar como de costume. Deixa um cheirinho maravilhoso! <3

 

Todas essas funções no mesmo creme me fizeram eleger esse bonitão como oficialmente meu companheiro de viagens. Quase um andarilho inclusive, porque já deixei um exemplar na casa de pelo menos 3 amigas HAHAHA como o valor dele nas farmácias é BEM justo, fica só a alegria de espalhar esse mozão pras migas pelo Brasil. 😛

Como vocês cuidam dos cabelos em viagens? Levam um monte de produto ou também têm um multifuncional que nem esse?

Pra quem quiser, além das lojas físicas, ele também ta disponível no site da embelleze.com! <3

Beijos!

Transição Capilar | Estou preparada?

23fev

Oi gente marlinda da minha vida! Hoje vamos falar de um certo período que muita cacheada já passou, e que vai além da famosa e simplista “tesourada” conhecida como BC (Big Cut). A baita fase que é a Transição Capilar!

Quem vê de fora pode até pensar que essa fase não é assim “grande coisa”, e pra algumas pessoas, impressionantemente, não é! Inclusive várias palmas pras desprendidas, porque eu e minha casa serviremos á minha juba HAHAHA e nossa, eu demorei muuuuuuito na transição! Foram vários truques envolvidos, muito coque e cabelo preso, e muito, mas muuuuuito creme de pentear! :’D

Claro que, além disso, é preciso ter jogo de cintura e a plena realização de que você não tá sozinha nessa. Todo dia o número de cacheadas corajosas determinadas a recuperar suas molinhas só cresce! <3 Não precisa ter pressa durante a transição capilar, você só deve cortar seu cabelo quando estiver plenamente confortável com o cumprimento da raiz sem química. Não existe tempo certo! Lembre-se que você está passando por essa fase por você e ninguém mais.

Pro meu azar, na minha época não haviam tantas opções maravilhosas no mercado como existem hoje pra cacheadas, algumas até mesmo super específicas. E quem tá passando pela fase sabe, é de importância crucial a forma como levamos esse tempo até o famoso corte. Relaxa, o passo mais difícil, é ao mesmo tempo o mais fácil;  começar. E desmarcar aquele horário já rotineiro com a cabeleireira.

E uma coisa que pode fazer você desistir durante a transição é, justamente, o aspecto que fica o seu cabelo durante esse processo. Se você tem uma auto-estima frágil (tipo eu), isso pode ser bem difícil. 🙁 mas não impossível! Por muitas vezes eu tive vontade de desistir e passar uma chapinha que fosse (o que vale destacar, é permitido) pra igualar a raiz ao comprimento, mas segui firme na base dos truques!

Truquezinho #1: O dedoliss!

Você vai precisar de:

  • Creme de pentear cacheado
  • Gelatina Capilar
  • Seus dedos

O dedoliss talvez ainda tenha uma fama meio injusta, baseado em cachos grossos e uniformes demais, similares áqueles que a sua mãe fazia em você quando tinha 5 aninhos. Mas gente, durante a transição, o dedoliss pode ser seu principal aliado no dia-a-dia. A técnica é absurdamente simples; basta, após o banho e uma camada generosa da sua gelatinacapilar favorita misturada ao seu creme de pentear para cacheadas (na proporção de 3:1), separar seu cabelo em mechas, enrolar cada uma com os dedos, e aguardar secar. Depois de seco, é só desfazer gentilmente cada cacho com os dedos. Simples né? <3

Dica: Se a sua química for muito forte e dificultar esse processo mesmo com o cabelo molhado, experimente prender cada cacho contra a raiz com um grampo.

Produtos recomendados pela tia Su pra esse processo: Novex Meus Cachos de Cinema Manteiga Ativadora de Cachos  + Novex Meus Cachos Gelatina Poderosa

Truquezinho #2: A chapinha!

Você vai precisar de:

  • Chapinha
  • Protetor térmico

Não me bate! Haha não é porque você está -finalmente- saindo dessa vida, que vamos demonizar a chapinha!

Quando a raiz ainda está pequena, usar a chapinha pra igualar a textura do cabelo pode ser uma opção mais tranquila pra você que ainda está se adaptando. 🙂 Não tem mal algum nisso, fique deboas! <3 Porém, é muito importante que você proteja seus fios nesse processo, especialmente essa parcela que ainda está “virgem”. Por isso, não deixe de hidratar a raiz e também de usar um protetor térmico. Após isso, é só separar o cabelo por camadas e aplicar a chapinha na raiz, puxando pro comprimento.

Dica: Esse método é bem legal pra quando a raiz ainda é curtinha, por isso, procure usar uma chapinha pequena – tipo aquelas específicas pra franja.

Produtos recomendados pela tia Su pra esse processo: Novex Blindagem Antipoluição O Poderoso Carvão Ativado

Truquezinho #3: A fitagem!

Você vai precisar de:

  • Creme de pentear cacheado
  • Gelatina capilar
  • Tecido de algodão
  • Seus dedinhos

Esse método foi o que eu usei durante quase toda a minha transição, porém, ele tem um efeito mais satisfatório se o comprimento do seu cabelo não tiver uma química tão agressiva de modo que fique liso escorrido (o meu por exemplo, era uma escova marroquina sem formol. Ou seja, era liso, mas ainda tinha umas ondinhas tímidas), ou se a parte “virgem” já for maioria em comparação a parte alisada. Ou seja, quando você tiver já um bom tempo de estrada na transição.

Depois de aplicar a misturinha do creme de pentear e da gelatina na proporção de 3:1, é só dividir o cabelo usando os dedos pra formar várias “fitas”, e em seguida amassar as mechas com um tecido de algodão. Deixe secar naturalmente. <3

Dica: É importante que o tecido seja 100% algodão pra não gerar frizz!

Produtos recomendados pela tia Su pra esse processo: Novex Meus Cachos Gelatina Poderosa + Novex Meus Cachos Manteiga Ativadora de Cachos Pra Divar Se Joga no Brilho


E aí, já testou algum desses métodos? Eles são bem clássicos, né? E de quebra o #1 e o #3 ainda podem ser usados depois do big cut! 😀

Ano passado eu ainda apresentei uma família de produtos bem bacana totalmente dedicada a sobrevivência nessa fase que é a transição capilar, olha só:

Os produtinhos desse vídeo você também encontra no site da embelleze.com

Me conta que outros métodos você conhece! <3

Esse post é um publi elaborado com muito carinho com opiniões pessoais e imutáveis da autora do blog. <3

Tinturas para cacheadas?

29jan

Uma das pautas mais persistentes no universo cacheado é a falta de opções SEGURAS na hora de mudar radicalmente de visual; no nosso caso, e pra precaver de fato perder a forma dos nossos cachinhos, normalmente “mudar” significa só “passsar uma tesoura” 🙁 mas o produtinho de hoje é justamente pra desmistificar isso de vez; uma família de tinturas especialmente destinada para cacheadas e crespas! <3

A família se chama Maxton Free Cacheadas Poderosas, e é lançamento da sempre incrível Embelleze. Recebi essas 5 cores aqui em casa pra conhecer e pra mostrar pra vocês o porquê de ela ser especial:

  • Ela é LIVRE de proibidões (Silicones, sulfatos, petrolatos, e parabenos), portanto não danifica os cachos
  • Possui D-panthenol e Phytoscreen na composição
  • É a primeira tintura-creme para cacheadas/crespas livre de AMÔNIA!
  • Fórmula super suave!
  • Te deixa prontinha pra arrasar em somente 30 minutos! <3

Por ter como objetivos tingir E ainda tratar os cachos ao mesmo tempo, ela é simplesmente ideal pra lutar contra esse medo de mudar de visual! É ou não é uma maravilha? Eu sempre fico quicando de alegria vendo como as cacheadas e crespas vão aos poucos tendo mais espaço nessa área da estética, mesmo que por enquanto ainda não tenha o meu tom de ruivo <3 vamos orar né? Porque também sou humana e quero tingir sem medo de ser feliz também! (fikdik)

Dentro da caixinha a gente encontra:

Ignorar o rastro de serpentina ali em cima, é carnaval

  • Uma tinta Maxton Free (50g)
  • Uma água oxigenada Maxton Free 30 volumes (50ml)
  • Um sachê contendo o creme de pentear Memorizador de Cachos da família Novex Meus Cachos (pra todos os tipos de cacho! <3)
  • Luvinhas descartáveis

Eu já falei do creme desse sachê lá no insta algumas vezes, ta no meu top 5 de finalizadores! E claro, também é liberadão. <3

Assim de cara no lançamento temos essas 5 cores lindas pra escolher, cada uma com uma tag especial:

A cor 1.00 Preto Intenso, destinada para cacheadas Inspiradoras, tem estampada na caixinha o rostinho da linda da Luiza Costa (do @pergunteaumamulher), e é aquele tom de preto mais preto que o preto mais preto (quê?). <3 Logo depois vem a caixinha estampada pela lindona Alinne Prado (do @alinnepradooficial), na cor 2.1 Preto Especial, para cacheadas Corajosas.

Tem a 4.66 Vermelho Borgonha para cacheadas Assumidas, o 6.7 Chocolate para cacheadas Empoderadas (inclusive o tom natural do meu cabelo é bem parecido <3) e o 8.0 Louro Claro, para cacheadas Deslumbrantes. <3

Curiosa pro que vai vir na caixinha quando a marca lançar um tom de ruivo acobreado. Se fosse basear em mim, seria “para uma cacheada meio doida das ideias porém com bom coração”, será que cabe? :<

Onde tem suele?

A família pode ser encontrada nas grandes farmácias e perfumarias pelo país, e claro, também no e-commerce da Embelleze!

O que acharam do lançamento? Qual cor arriscariam? Me conta! <3

Beijos!

Nota: Este post é um publipost elaborado com muito amor e opiniões verdadeiras da blogueira! <3 🙂

Ela já está entre nós! A melhor receitinha pra cachos do ano! <3

29dez

Fiz um vídeo mega especial lá no canal mostrando minha finalização favorita! Mas não podia deixar de mostrar pra vocês aqui também. <3

Esse ano foi sem dúvida muito voltado ao meu cabelo. Aprendi ainda mais a cuidar, aprendi o que funciona, o que não funciona, combinações que deixam o melhor brilho e a melhor definição. Dentre eles, separei dois que nunca havia juntado antes, e o resultado não podia ter sido melhor!

Uma delas é a já conhecida e queridinha Novex Meus Cachos Rituais Manteiga Reconstrutora Light. Fiz resenha dela lááááá no início do ano, foi uma das primeiras da Embelleze que testei e me apaixonei. Atualmente faço estoque dela porque uso pra todas as três funções: como pré-pootratamento finalizador. Como finalizador ela segue sendo uma das minhas favoritas ever, por isso foi a escolhida pra receitinha de hoje. A tarefa da Manteiga é de hidratardar vida ao cabelo.

Por que entrou na lista:

  • Contém manteiga de Karité
  • Contém mix de Óleos Vegetais
  • Contém azeite de Oliva
  • É liberada pra quem faz no e low-poo
  • É multifuncional
  • Não pesa e nem engordura o cabelo

Logo depois temos a Novex Meus Cachos Gelatina Segura Tudo que como o próprio nome já diz, ela segura tudo MESMO! Uma quantidade certa adicionada ao seu creme favorito e ela define cada cachinho como se fossem moldados manualmente (porque não, eu não faço dedoliss).

Por que entrou na lista:

  • Contém colágeno, então define e dá brilho aos fios
  • É liberada pra quem faz no e low-poo
  • Rende MUITO
  • Pode ser usada por todos os tipos de cacho
  • Pode ser usada por quem está em transição pra facilitar a modelagem dos cachos
  • Não deixa o cabelo oleoso

Juntando as duas, bem, você vê o resultado em HDzão no vídeo abaixo onde mostrei a receitinha de forma objetiva e concisa <3 solta o play!

Sabe o melhor? Ambos os produtos tão BARATÉSIMOS no e-commerce da marca! A Gelatina ta custando 10 reais e a manteiga 7 reais! Isso porque o site ta com descontos sensacionais por causa do natal, então é bom correr pra garantir o teu estoque meu anjo. <3 Você pode acessar a loja clicando aqui!

Eaí? Receitinha do ano sim ou claro?

Testem e me avisem do resultado!

Bjooooooos

Cuidando dos cabelos em viagens!

02dez

A resenha de hoje, já ressalto desde aqui, é pra todos os tipos de cabelo! Até porque, não são só as cacheadinhas que precisam de praticidade NÃO É MESMO? <3

Um tempão atrás eu testei o meu primeiro produto 3 em 1 (lava, trata e condiciona), e foi bem loco, demorei pra acreditar que um produto só fazia tudo.

Mas depois dele vieram vários de premissa parecida. Só que! Agora rolou um lançamento da Embelleze nesse mesmo estilo, com a diferença de que, a terceira função do dito cujo era diferente de todos que eu já havia testado; a de finalizador!

Naturalmente houveram dúvidas, porque lavar, tratar e finalizar no mesmo produto pareceu meio “???”, mas depois dos testes feitos e de entender mais sobre a composição dele, não teve por onde; virou meu favorito pra levar em viagens e pra deixar na casa do boy.To falando sim desse bonitão chamado Novex Escolha Poderosa, que é o que tem me salvado nessa pequena temporada que to passando (e que ta acabando 🙁 ) aqui em São Paulo.

Novex Escolha Poderosa

O que o produto promete?

Novex Escolha Poderosa é um creme flex (lava, trata e finaliza), versátil e ideal para quem segue a técnica sem Poo. Fórmula livre de parabenos, sulfato, petrolatos e silicone e rica em óleos puros como amêndoas e rícino. Promove hidratação e nutrição aos fios. Contém proteção térmica e solar. Indicado para todos os tipos de cabelo.

O que podemos concluir?

Claro, ainda não substitui o super tratamento que só um conjunto de produtos específicos é capaz de conseguir, mas nem faria muito sentido se o fizesse mesmo. Ele me parece ser realmente ideal pela praticidade pra uma viagem curta, ou pra deixar na casa do namorado e não ocupar muito espaço nem gastar muito dinheiro com mais linhas completas, mas ainda assim conseguir tirar as impurezas do cabelo, cuidar dos fios e modelá-los como de costume. Além do quê, ele ainda é liberado pra low e no-poo <3 e contém proteção térmica, o que serve pra dar aquela protegida na hora da gente usar o difusor ou na hora das lisas usarem a chapinha e vice-versa.

Não gastar muito dinheiro mesmo porque, no e-commerce da marca, essa belezinha ta custando só R$16,90, com 500ml de puro poder. Então se formos olhar pelo lado do custo-benefício, ele ta valendo muito a pena. Vou deixar aqui também o link direto dele na loja, só clicar aqui!

Você pode ver o resultado na prática no vídeo abaixo, usei ele em todas as três funções; pra lavar, tratar e finalizar. Solta o play!

O que acharam da ideia? Já testaram?

Disclaimer: Esse post é um publi produzido com muito amor e sinceridade, contendo todas as opiniões pessoais e imutáveis com base nas experiências da blogueira. 🙂 <3

Me conta nos comentários!

Beijos <3

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